Bastou uma vez, bastou uma lembrança, o véu. Nunca usei, não lembro de usar de verdade. Só lembro dessa vez, igreja Santa Rita, nem era minha igreja de batistmo. O véu. Permaneceu cobrindo minha cabeça. O voile branco com debrum. Eu devia ser muito criancinha e ficou o véu. Nunca mais usei. Mas ele permaneceu cobrindo minha cabeça, feito eu fosse muçulmana. Sempre fui católica, não escolhi ser católica, mas as rezas do catolicismo valeram por mim antes que eu nascesse. Amém.
Querida, feliz 2012!!! Que seja um ano cheio de trabalho e muita produção literária (pra alegria dos seus leitores aqui no blog). Beijos.